quarta-feira, 31 de julho de 2013

Governo descarta dois anos extras de formação para médicos .

Nova proposta é que o período seja vinculado à residência no SUS

Ministro descarta dois anos extras na formação do médico Fabio Rodrigues Pozzebom/17.06.2013/ABr
O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, descartou nesta quarta-feira (31) a ampliação de seis para oito anos o período de graduação em medicina. Depois de reunião com representantes de faculdades de medicina, o ministro informou que será acatada a proposta da comissão composta por especialistas que analisam o programa, de vincular os dois anos extras à residência médica, que passaria a ser obrigatória a partir de 2017.

— A opção de todos os especialistas é que seja na modalidade da residência e que os alunos passem, sim, essa vivência na atenção primária depois de formados na urgência e emergência, no seu processo de especialização como residente.

Segundo Mercadante, o governo vai assegurar que todos os estudantes tenham acesso à residência.
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Pela proposta, o primeiro ano de residência deverá ser feito em atenção básica, urgência e emergência no SUS.
O currículo da graduação também deverá ser reformulado para que o estudante tenha mais contato com a rede pública ainda na faculdade.
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Inscrições Mais Médicos

O balanço final do programa Mais Médicos contabilizou 3.891 médicos com diploma brasileiro inscritos que finalizaram o cadastro para participar da iniciativa. O total corresponde a 21% dos 18.450 médicos que se inscreveram inicialmente no programa.

Os médicos com diploma estrangeiro que entregaram a documentação são 766, mas o número ainda deve aumentar, já que eles têm até 8 de agosto para concluir o processo. O total de médicos com diploma estrangeiro inscritos foi 1.920.

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