terça-feira, 23 de julho de 2013

Retorno da chuva favorece a safra de caju no Rio Grande do Norte.

A região de Serra do Mel, próxima a Mossoró, no Rio Grande do Norte, estava a quase 14 meses sem chuvas significativas. Os produtores de caju aguardavam o retorno das precipitações para que as árvores se recuperem da proliferação de fungos e dos ataques da mosca branca, principal praga da cultura. De acordo com a Climatempo, nos próximos dias, áreas de instabilidade vindas do oceano, conhecidas como Ondas de Leste, espalham muitas nuvens sobre grande parte do estado. A previsão é de que os volumes acumulados fiquem entre 60 a 80 milímetros nas áreas litorâneas e entre 20 a 30 mm no interior.

A presidente da Cooperativa dos Beneficiários Artesanais de Castanha de Caju (Coopercaju) de Serra do Mel, Terezinha Oliveira, explica que para garantir um bom período de frutificação e o extermínio das pragas e fungos, são necessários volumes de chuva significativos. “A quantidade de chuva precisa estar entre 600 a 800 mm para manter a expectativa de safra e o período de frutificação dentro da normalidade. Isso é necessário porque nem todos os cajueiros seguem os ciclos de forma conjunta. Existem algumas plantas que, em duas florações, já dão frutos maduros para serem colhidos. Já outras, chegam até a terceira fase para dar mais folhas e frutos.”, afirma Terezinha.

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